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Mapa do Município

Bandeira Municipal

HISTÓRICO

A origem do Município está relacionada com o desenvolvimento da catequese, nos tempos coloniais, na aldeia dos índios Aruans que habitavam todo o litoral da ilha de Marajó. Os Capuchos de Santo Antonio instalaram-se no local onde existiam as principais aldeias e fundaram uma missão, onde passaram a catequizar os índios, a exemplo do que faziam em outros pontos da ilha do Marajó. Mas em 1755, o governador Francisco Xavier de Mendonça Furtado, no dia 6 de junho deu-lhe o predicamento de aldeia, para em 1757 elevá-la a categoria de Vila.

Depois da criação do Senado da Câmara, no final do século XVIII, tornou-se Chaves um centro militar, dispondo de grande guarnição, devido a sua posição estratégica, às proximidades da foz do Amazonas, para garantir o domínio luso na ilha de Marajó.

Em 1828, com as modificações administrativas realizadas em todo o Império, o Senado deixou de existir, criando-se em seu lugar, a Câmara Municipal. Sendo a primeira Câmara Municipal presidida por Francisco Antonio de Paula.

Nas sessões de 10 a 17 de maio de 1833, o Conselho do Governo da Província substituiu a denominação da vila de Chaves pela de Equador, nome que permaneceu até 1864. Em face ao disposto na Resolução nº 117, de 11 de setembro de 1844, que autorizou o Governo da Província a marcar os limites do Município, restituiu-se o seu antigo nome.

Ressalta-se que o Município incorporou o território de Afuá, ocasião em que este perdeu a categoria de freguesia através da Lei nº 908, de 5 de julho de 1878, situação que permaneceu até 8 de março de 1880, com a Lei nº 963, que lhe cedeu novamente a condição antiga. Não teve longa duração este segundo período de constituição em freguesia, pois em 1882, a Lei nº 1.094, de 6 de novembro, a extinguiu , ficando novamente seu território anexado a Chaves, até 1890, quando finalmente passou para Vila e posteriormente Município.

No período da República, foi criada a Comarca de Chaves, através da Lei nº 1.350, de 9 de março de 1889, conforme Portaria de 12 de março do mesmo ano, que somente foi instalada, já no período republicano, a 16 de fevereiro de 1890. Menos de um mês depois, a 12 de março o Governo Provisório pelo Decreto nº 40, extinguia a Câmara Municipal, criando em seu lugar, na mesma data e pelo Decreto nº 41, o Conselho de Intendência Municipal, sendo presidido por Manoel do Carmo Faro.

Consta nos registros que, no final do século XVIII, serviu de centro militar, dispondo de grande guarnição, devido a sua posição estratégica, às proximidades da foz do Amazonas, para garantir o domínio luso na ilha de Marajó.

Nas sessões de 10 a 17 de maio de 1833, o Conselho do Governo da Província substituiu a denominação da vila de Chaves pela de Equador, nome que permaneceu até 1844. Em face ao disposto na Resolução nº 117, de 11 de setembro de 1844, que autorizou o governo da Província a marcar os limites do Município, restitui-se o seu antigo nome.

A 23 de janeiro de 1891, pelo decreto nº 270, foi a vila de Chaves elevada à categoria de cidade.

Em 1901, a Lei nº 785, de 10 de outubro, autorizou o Conselho Municipal de Chaves a decretar a mudança da sede daquele Município para um lugar mais sólido, chamado Bacuri, à época do governo de Augusto Montenegro. Mas a exemplo do que ocorrera meio século antes, Chaves continuou no mesmo lugar.

O Decreto nº 6, de 4 de novembro de 1930, bem como o Decreto nº 72 de dezembro do mesmo ano, confirmaram a existência de Chaves, que teve seu nome alterado para Santo Antonio de Aruans, em virtude do Decreto nº 668, de 7 de junho de 1932.

No quadro da divisão administrativa do Brasil, referente ao ano de 1933, o município de Santo Antonio de Aruans compreendia, unicamente, o distrito-sede, o que foi confirmado também, com a Lei nº 8, de 31 de outubro de 1935.

No quadro da divisão territorial, datada de 31 de dezembro de 1936, o Município era formado de oito distritos: Santo Antonio dos Aruans, Arapixi, Rebordelo, Goiabal, Ganhoão, Arrozal, Ilha Viçosa e Cururu, situação que foi confirmada no quadro de 31 de dezembro de 1937.

Já no quadro anexo ao Decreto-Lei nº 2.972, de 31 de março de 1938, o município era constituído apenas pelo distrito sede.

De conformidade com o Decreto nº 3.131 de outubro de 1938, o Município e seu distrito-sede voltaram a denominar-se Chaves, perdendo o segundo, o território da zona da ilha Viçosa para constituir o novo distrito de São Sebastião de Viçosa, ficando constituído de dois distritos.

Desde essa época, o Município é composto de dois distritos: Chaves e São Sebastião de Viçosa.

ASPECTOS CULTURAIS

As festividades religiosas do município de Chaves constituem importantes eventos na região. No período de 4 a 13 de junho, comemora-se o santo padroeiro da cidade, Santo Antonio. No mês de janeiro é a vez de render homenagens a São Sebastião de Arapixi. As duas festas são promovidas pela população e apresentam manifestações tanto religiosas (procissão, novenário, etc.), como profanas (arraial, leilão, etc.).

As manifestações culturais são pouco expressivas em Chaves, destacando-se, apenas, o Carimbó.

A argila e a palha são matérias-primas utilizadas pelos artesões na confecção de peças de caráter decorativo e utilitário, tais como: cerâmica marajoara, sela para cavalos, paneiros, peneiras e abanos.

O único equipamento cultural de que o Município dispõe é uma Biblioteca Pública.

Contagem da População 2007 19.368
Área da unidade territorial (km²)

13.085

 

Geografia

Clima: Equatorial superúmido

Mesorregião: Marajó

Microrregião: Arari

Altitude: 06 metros

Latitude: - 0,16 graus e decimais de graus

Longitude: - 49,98833 graus e decimais de graus

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