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Bandeira Municipal

HISTÓRICO

A origem da cidade de Igarapé-Açu foi o núcleo colonial Jambu-Açu, fundado em 1895, no KM-118, da Estrada de Ferro de Bragança.

O núcleo de Jambu-Açu foi criado a partir da política do governo estadual, que era de colonizar toda a Região Bragantina. A Estrada de Ferro de Bragança desempenhou um papel fundamental dentro dessa política de colonização, uma vez que promovia o escoamento dos produtos da Região Bragantina para Belém. E em Jambu-Açu estabeleceram-se algumas famílias, principalmente de espanholas.

Posteriormente, em 1903, através da Lei Estadual nº 902, de 5 de novembro, o povoado de Igarapé-Açu foi criado e, durante o governo de Augusto Montenegro.

Em 1906, mediante a promulgação da Lei nº 985, de 26 de outubro, o município de Igarapé-Açu foi instituído, com sede no antigo núcleo de Jambu-Açu.

Sua criação foi em decorrência da extinção do município de Santarém Novo, que decaíra completamente. E não podendo o seu território ser anexado aos dos Municípios vizinhos, sob o perigo de decadência dos mesmos, segundo Palma Muniz, o Congresso do Estado achou por bem criar uma outra unidade municipal denominada de Igarapé-Açu, tirando parte do território de Belém e parte do antigo município de Santarém Novo.

Para dar organização ao Município de Igarapé-Açu, foi nomeada uma Comissão, cuja presidência foi exercida por Ângelo Cesarino Valente Doce, o mesmo que, ao cumprir as suas atribuições iniciais, em 1907, foi eleito como Intendente do recém-criado Município.

No ano de 1931, o nome do município foi modificado, passando a ser denominado de João Pessoa, por força do Decreto Estadual nº 264, de 4 de abril, constituindo esse ato uma homenagem do Estado do Pará ao grande vulto da Revolução de 1930.

Decorrido um ano dessa alteração de nome, no dia 25 de janeiro de 1932, o então interventor federal do Estado, elevou à categoria de Cidade a Vila do município de Igarapé-Açu, mediante a promulgação do Decreto nº 595, o mesmo que criou a Comarca de João Pessoa. O próprio interventor federal, reconhecendo as exigências impostas pelo uso, assim como as reclamações dos habitantes do lugar, promulgou mais um Decreto, desta vez o de nº 2.972, de 31 de março de 1938, através do qual ficou restaurada a denominação oficial de Igarapé-Açu , em vez de João Pessoa.

O patrimônio territorial do município de Igarapé-Açu sofreu algumas transformações desde o ano de 1938. Por determinação do Decreto-Lei nº 3.131, de 31 de outubro de 1938, o seu distrito de Igarapé-Açu incorporou o de São Jorge de Jabuti, que pertencia ao distrito de Peixe-Boi. Em compensação, para Peixe-Boi o município de Igarapé-Açu perdeu a área de Taciateua. Essas transformações configuraram o seu patrimônio territorial com cinco distritos: Igarapé-Açu, Nova Timboteua, Peixe-Boi, São Luiz e Timboteua, aparecendo desta maneira na divisão político-administrativa do Estado do Pará que vigorou no quinquênio 1939-1943.

Mais tarde, entretanto o Município de Igarapé-Açu perdeu os distritos de Nova Timboteua, Timboteua e Peixe-Boi, que, por força do Decreto-Lei nº 4.505, de 30 de dezembro de 1943, passaram a constituir o município de Nova Timboteua. Desta forma, Igarapé-Açu ficou, unicamente, dois distritos: Igarapé-Açu e Caripi.
Em 1955, houve ainda, , um novo desmembramento de seu território, com o propósito de permitir o surgimento do município de Santa Maria do Pará, mas a Lei nº 1.127, de 11 de março desse mesmo ano, através da qual se pretendia efetivar o ato, que foi declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal, em 04 de outubro de1955, tendo o Governador do Estado do Pará, por sua vez, tornado insubsistente o desmembramento, no dia 26 de janeiro de 1956.

A persistência dos mentores da Lei nº 1.127 levou o Estado do Pará, desta vez, somente no ano de 1961, a conceder o desmembramento de Igarapé-Açu para concretizar o surgimento do município de Santa Maria do Pará.

O nome do município de Igarapé-Açu corresponde à denominação do subafluente do Rio Marapanim, que banha o distrito-sede do município, e que , em língua Nheegatu significa "grande caminho das canoas".
Na atualidade, o Município conta com dois distritos: Igarapé-Açu (sede) e Caripi.

CULTURA

O calendário de festividades religiosas do município de Igarapé-Açu inicia em janeiro com a Festa de São Sebastião, o santo padroeiro do Município, festejado no domingo mais próximo do dia 20 de janeiro. As comemorações iniciam com missa e procissão, seguidas de novenas e arraial. No mês de julho festeja-se Nossa Senhora do Carmo, no dia 16 de j ou no domingo mais próximo do dia da Santa. Também em julho, é comemorado São Luiz, na Vila Caripi, no domingo mais próximo de 21 de julho. Já em dezembro, ocorre a Festa de Nossa Senhora da Conceição, no povoado de Nova Olinda, no domingo mais próximo do dia 8.

O Município não dispõe de grupos organizados que representem o patrimônio da cultura popular. Mesmo assim, ocasionalmente é possível haver apresentações de Bois-Bumbás e Carimbó.

O artesanato local é de caráter utilitário, havendo alguma produção de móveis e peças de crochê.
A igreja e a praça de São Sebastião são partes do patrimônio histórico da cidade.

A Bblioteca Pública, mantida pelo convênio entre a Prefeitura Municipal, a Secretaria de Estado de Cultura(SECULT) e o Instituto Nacional do Livro (INL), são os únicos equipamentos existentes em Igarapé-Açu.

Contagem da População 2007 33.778
Área da unidade territorial (km²)

786

 

Geografia

Clima: Equatorial superúmido

Mesorregião: Nordeste Paraense

Microrregião: Bragantina

Altitude: 50 metros

Latitude: -1,12889 graus e decimais de graus

Longitude: - 47,62 graus e decimais de graus

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