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Bandeira Municipal

HISTÓRICO

A origem do município de Irituia está relacionada com a concessão de uma Sesmaria ao português Lourenço Ferreira Gonçalves, em 16 de dezembro de 1725, localizada em terras pertencentes a Ourém. No sítio que construiu no lugar, Lourenço Gonçalves ergueu uma capela sob a invocação de Nossa Senhora da Piedade. Em 1754, o lugar e sua capela foram reconhecidos como Freguesia pelo Bispo Dom Frei Miguel de Bulhões.

Em 1833, segundo o historiador Palma Muniz, com a divisão da Província em Termos e Comarcas, ainda como Freguesia, Irituia continuou fazendo parte do termo de Ourém. Theodoro Braga confirma este registro histórico, quando considera que a Lei Provincial de nº 534, de 12 de outubro de 1867, elevou a Freguesia à categoria de Vila, criando, assim, o município de Irituia.

O seu patrimônio territorial foi constituído com terras desmembradas de Ourém, como resultado de dissenções políticas entre conservadores e liberais desse Município.

Como ainda no ano de 1868 permaneciam os desentendimentos políticos, em 23 de outubro foi promulgada a Lei nº 586, mediante a qual o município de Irituia foi extinto, voltando suas terras a serem anexadas ao patrimônio territorial de Ourém. Esta situação foi corrigida em 1879, através da Lei nº 934, de 31 de julho, quando Irituia voltou a ganhar autonomia como Município.

Entretanto, em 1886, mais uma vez, Irituia perdeu sua condição de Município, através da Lei nº 1.286, de 13 de dezembro, vindo a recuperá-la em 1889, com a Lei nº 1.399, de 5 de outubro.

Com essa terceira ascensão à categoria de Município, Irituia conseguiu, em 22 de novembro de 1889, aderir à República, por decisão da sua Câmara Municipal, que era presidida por José Joaquim Cordeiro.

Através do Decreto nº 97, de 12 de março de 1890, o Governo Provisório do Estado extinguiu a sua Câmara Municipal, e criou, pelo Decreto nº 98 do mesmo dia, mês e ano, a Intendência Municipal de Irituia, nomeando para presidente do Conselho o senhor Quintino dos Santos Martyres, que tomou posse em 7 de abril de 1890.

Durante o período da República, sua situação administrativa foi, mais uma vez, alterada, passando a formar parte do território de São Miguel do Guamá, em cumprimento do estipulado pelo Decreto Estadual nº 6, de 4 de novembro de 1930, que foi ratificado pelo Decreto nº 78, de 27 de dezembro.

Pelo Decreto Estadual nº 560, de 29 de dezembro de 1931, foi-lhe restaurada a condição de Município, mais uma vez confirmada por Decreto Estadual, cujo número não é citado na Enciclopédia dos Municípios Paraenses, tendo sido promulgado no ano de 1933, desligando o seu território do de São Miguel do Guamá e, ainda, considerando Irituia como Município, no quadro administrativo do Estado.

Em 1935, Irituia aparece no contexto da Lei Estadual nº 8, de 31 de outubro, reconhecido como Município, o que, novamente, se observa no quadro da divisão territorial do Estado de 1937 e, mais adiante, pelo Decreto-Lei Estadual nº 2.972, de 1938, pelo Decreto-Lei Estadual nº 3.131, e, ainda, pelo Decreto-Lei Estadual nº 4.505.

Quando da sua vinculação histórica com Bonito, este aparece como um dos seus distritos, junto com Caju, Conceição de Irituia, Mututuí, São Gregório e Santa Rita Durão, o que ficou registrado segundo o quadro de divisão territorial do Estado datada de 31 de dezembro de 1937. Já no ano de 1938, Bonito não mais aparece como distrito de Irituía, passando a pertencer ao município de São Miguel do Guamá.

Em 1988, mediante a promulgação da Lei nº 5.456, de10 de maio, Irituia sofreu o desmembramento do seu território, para permitir o surgimento do município de Mãe do Rio.

Em 1991, através da Lei nº 5.698, de 13 de dezembro de 1991, Irituia teve parte de seu patrimônio territorial desmembrado para dar origem ao Município de Aurora do Pará.

Atualmente, Irituia possui apenas o distrito-sede: Irituia.

CULTURA

As mais importantes festas religiosas do município de Irituia são a de São Benedito, realizada no primeiro domingo de janeiro, e da santa padroeira do lugar, Nossa Senhora da Piedade, homenageada no último domingo de outubro.

O patrimônio da cultura popular, outrora diversificado, ainda mantém alguns traços do passado, como é o caso dos foliões que, por ocasião da Festa de São Benedito, saem em caravana pelo interior, esmolando em vocal a ladainha e a folia do santo, em latim, acompanhados de viola e tambor.

Carimbó, boi-bumbá, cordão da bicharada e folia dos santos são elementos da cultura popular que passaram a ser incentivados a partir do I Festival da Cultura Irituiense, em julho de 1985, e que vem se realizando anualmente.

No artesanato local, destacam-se taças e copos, produzidos através do aproveitamento da garrafa.
O único equipamento cultural existente em Irituia é uma Biblioteca Pública, mantida pela Prefeitura Municipal em convênio com o Instituto Nacional do Livro (INL).

Contagem da População 2007 29.746
Área da unidade territorial (km²)

1.380

 

Geografia

Clima: Equatorial superúmido

Mesorregião: Nordeste Paraense

Microrregião: Cametá

Altitude: 17 metros

Latitude: - 1,975 graus e decimais de graus

Longitude: - 48,95972 graus e decimais de graus

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